quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Medo de baratas!!!

Sim, eu tenho!!!

E não é um pouquinho não, é de paralisar as pernas, de bater mais forte o coração. Só de imaginar aquelas perninhas andando em mim sinto calafrios.

Outro dia, enfim, matei uma barata. Viva! Estava livre do meu pânico, eu era capaz de enfrentar e matar uma barata. Mas que nada. Era um dia daqueles de fúria, eu estava mesmo chateada, o lugar do ato de liberdade estava escuro e eu só enxergava o vulto. Além disso, matei aquela coisa bizarra à distância, arremessos de chinelo. Vários. Mas matei.

Crente de que agora nada me atingiria, me deparei com outra criatura terrível, mas desta vez o ambiente estava claro, eu estava relaxada (até então). Não fui capaz. Fracasso? Acho que não, sabe. Me reservei o direito de sentir medo de uma coisinha miúda, porém asquerosa.

Direito de ter medo de barata? SIM!! Veja bem... Eu sou uma bióloga que trabalha no mato, ando por meio de muitos animais peçonhentos como cobras, aranhas, lacraias, abelhas. E tantos outros que podem me ferir gravemente. Mas nada disso me impede de estar lá e não fico apavorada em meio a esses perigos.

Então, porque cargas d'água não posso ter medo de barata? Uma coisa só, uma única criatura? Posso mesmo e digo mais: EU TENHO MEDO DE BARATA!!! E não faço a menor questão de não ter (mentira). Meu marido vive dizendo "Você precisa superar isso". Preciso nada. Que custa matar uma baratinha pra mim de vez em quando? e ele diz "E quando eu não estiver por perto". Alguém vai estar e eu estou contando com isso, senão vai voar chinelo para todos os lados... kkkkkkk

E vocês, tem medo de quê??

Beijos!!!






sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Cadeirão de alimentação

Depois de alguns dias de ócio improdutivo e carnaval, estou de volta.

Então, eu morro de dó e sempre morri, mesmo antes de ser mãe, das mães que ficam correndo atrás de criança para ela comer. Na verdade, não é bem pena, é que eu sempre achei (e continuo achando) que criança tem que comer na mesa e sem muita frescura com a comida.

Eu fui criada assim, quer comer o que tem na mesa? Não! Então fica sem comer. Mas comer o que tinha na mesa não era nenhum sacrifício na minha casa já que sempre se servia o que todos gostavam ou que tinham aprendido a comer, não me lembro de ter passado (e não passei mesmo) fome e nem da minha mãe implorando atrás de mim pela casa inteira para eu comer. 

Aí conheci ao longo de minha vida pessoas que criam os filhos sem a mínima noção. Ficam andando pela casa inteira com o prato na mão enquanto a criança faz o que quer. Ah gente tenha santa paciência, isso é coisa de gente que quer evitar o conflito e acha mais fácil não contrariar o pequeno. Isso é educação? Na minha opinião, NÃO! 

Quando me tornei mãe, eu comprei essa briga, e posso dizer que não foi nada fácil. Minha filha deu muuuuuuuuito trabalho para acostumar com a comida, demorava horas pra comer uma coisinha, não queria aceitar os alimentos. O que me ajudou a vencer esta etapa foi, justamente, o cadeirão de alimentação. Eu não queria comprar um, achava o maior trambolho e que iria usar muito pouco, até que um tio me emprestou a que foi do filho mais novo dele. 

Se eu puder dar um conselho a uma futura mamãe esse conselho é: Tenha um cadeirão de alimentação. Isso evita que seu filho saia correndo pela casa inteira, fique descendo e subindo da mesa ou que fuja quando você estiver no momento fatídico. 

Agora, nada, nada meeeeeeeeeeeeeesmo vai funcionar se você simplesmente não estiver comprometida com a educação e a saúde do seu filho. Porque não há cadeirão que faça milagre, mas a educação que seu filho recebe em casa vai determinar que tipo de pessoa ele será para o mundo.

Passado o carnaval, feliz ano novo (risos).

Beijos!!!

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Copos e pratos descartáveis biodegradáveis

Vejo sempre muitos blogs com lindas sugestões para festas infantis. Acho tudo lindo e muitas idéias são válidas. Mas reparando bem, me incomoda o fato de tanta coisa numa festinha só. 

Falo não só pelas sugestões, mas pelas festinhas que eu já organizei. Poderia dizer que me sinto culpada por gerar tanto lixo em algumas horinhas para bater os parabéns.

Juro que eu sofro em pensar se não poderia fazer alguma coisa com aqueles copos, talheres e pratos de plástico que estão indo para o lixo, servem mesmo só para comer um pedaço de bolo? Sem falar na decoração, isso aí nem vou comentar agora.

Vamos reaproveitar! Tá, reaproveita então. Faz um brinquedinho aqui, outro ali, faz um artesanato ou outro. Problema resolvido? Claro que não! Vai tudo pro lixo do mesmo jeito, uma hora ou outra.

Eis que fuçando por aí, encontrei uma empresa que fabrica tudo isto à partir do milho e que se degrada rapidamente, diferentemente do plástico vindo do petróleo que demora milhares de anos para se decompor. O investimento feito é um pouco mais alto do que os produtos convencionais, mas posso garantir que o peso na consciência e no planeta vai ser muuuuuuuuito menor. Pensa nisso!!!



*Este não é um link patrocinado, apenas realmente acredito em iniciativas como esta, dou todo apoio a produtos que causem o menor dano possível ao planeta e de quebra gere o mínimo de resíduo. 

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Mãe de adolescente

Sério!!

Neste momento não há quem me convença de que eu não sou mãe de uma adolescente de três anos.

Visulaiza a situação:

Estávamos Marina e eu andando lá na Universidade que eu estudo, alguma coisa (que não me lembro) a deixou chateada, e aí começou o papo reto:

- Mamãe, não fica me controlando. Você não pode controlar a minha vida!

- Claro que posso Marina, eu sou sua mãe, sou eu quem controla sua vida.

- Não mamãe, você controla a sua vida e eu controlo a minha!!

 
 
Obrigada "A Era do gelo 4" por tornar minha filhinha de três anos uma adolescente precoce.

Afffffff

domingo, 20 de janeiro de 2013

Colher de bambu

A colher de pau é óóóótima sim, mas para ficar na lembrança. E quantas lembranças não temos delas, heim? 

Eu tenho muitas, desde as comidas preparadas com elas no sítio da minha avó durante a infância, até o brigadeiro  mal sucedido por falta de uma colher de pau para dar o toque especial. 

Mas convenhamos, a colher de pau é um antro de fungos e bactérias. Isso mesmo! A madeira é uma excelente proliferadora de microrganismos e, pasme, a sua colher de pau não está livre disso.

Para continuar dando o gostinho especial às receitas da família (porém, sem as bactérias) tem uma alternativa altamente ecológica: As colheres de bambu.

O bambu possui diversas características que o colocam na lista das matérias-primas ecológicas e econômicas.

  • Crescimento rápido e espontâneo. Quando um bambu é cortado, outro broto cresce em seu lugar;
  • É um excelente fixador de carbono (aquele, responsável pelo aquecimento global) tirando-o da atmosfera.
  • É muito mais leve do que a madeira, mesmo depois de transformado em algum produto;
  • Em tudo o que a madeira serve, pode ser substituída pelo bambu com muitas vantagens (rápido crescimento, baixo custo), mas a melhor parte é a redução no corte de madeira de árvores nativas. 

Aí você me pergunta: Sim e a colher de bambu, entra onde nessa história? 
  • O bambu é um produto naturalmente higiênico, pois suas propriedades    estruturais (não é um material poroso) não permitem a proliferação de fungos e bactérias e é possível limpá-los de maneira mais eficiente do que as colheres (e demais produtos) de madeira. 
  • E, para finalizar, o bambu fica lindo depois de processado e transformado em produto, pois tem bastante brilho (dispensando as ceras... rsrs).

Torne a sua cozinha mais higiênica e sustentável: Colher de bambu nela. 

Beijos!!!
 

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Aconteceu na gravidez - Parte II

Essa é mais uma da série Aconteceu na gravidez que começou aqui.

Quando eu fiquei grávida ainda estava na metade do curso de Ciências Biológicas e como a maioria dos estudantes da minha universidade, o principal meio de transporte era o coletivo público. 

Depois que engravidei nada mudou!! Continuei indo a faculdade de ônibus mesmo e posso garantir que era tenso, tenso mesmo, porque era sempre lotado.

Estando em meu direito legítimo e necessário, ocupava sempre uma das cadeiras reservadas. Não consigo dizer a você, caro leitor, quem tem mais direito a estes assentos porque cada caso é especial, seja uma mulher grávida, um idoso, uma pessoa com criança no colo ou um deficiente físico. Para mim todos estes devem ir sentados.

Enfim, estava eu sentadinha no assento reservado quando entra um Sr., tinha uma aparência saudável, mas de qualquer modo era um Sr. com certa idade. Eis que ele para ao meu lado (em pé) e aí começa o drama:

Sr.: Saí aí que eu quero sentar! (assim mesmo, curto e grosso)

Eu olhei sem saber ainda que era comigo que ele estava falando e continuei onde estava.

Sr.: Esses jovens dessa universidade não tem um pingo de respeito com os idosos, bora minha filha, levanta que é meu direito sentar aí, Levanta!!!

Neste momento a ficha já tinha caído e encarei o homem, pasma.

Eu: Meu Sr. eu tenho tanto direito de estar aqui quanto você, não vou me levantar (me dei conta de que talvez ele não tivesse percebido que eu era uma gestante) porque estou grávida.

Sr.: Que grávida que nada (eu estava com uns 6 meses) você não tem é educação!

Confesso que não aguentei mais e perdi qualquer respeito que eu poderia ter por aquele homem naquele momento.

Eu.: Quer saber, o Sr. é que não tem educação. Um homem na sua idade não respeita uma mulher grávida.

Esse homem não se controlou mais e veio buzinando no meu ouvido até a porta da faculdade, quando eu me levantei e quase esfreguei a barriga na cara dele. Percebi o quanto ele ficou envergonhado e se tivesse tido a chance pediria desculpas. 

Pena que já tinha estragado meu dia e meu humor. 

Julgou-me em um segundo que me viu sentada, mas sequer teve o cuidado de considerar o que eu estava dizendo. Puro preconceito!! 

Beijos!!!


sábado, 12 de janeiro de 2013

Feliz Aniversário!!!

Minha princesinha, hoje completas 3 aninhos. Parabéns para você!! Mas, felizes somos nós por estarmos em sua companhia durante estes anos.  Mamãe não teve tempo, nem grana para preparar uma festinha e por isso estou com o coração partido, mas prometo que não deixarei passar em branco. Fico muito orgulhosa da grande garota que você está se tornando, com uma personalidade forte e temperamental, mas doce e atenciosa. Não preciso dizer que te amo, preciso dizer o quanto te amo e é muito, muito mesmo. 

Parabéns!!!


  
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