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sábado, 29 de setembro de 2012

De história em história...



Quando eu fiquei grávida tudo o que eu mais gostava era ler sobre filhos, gravidez e coisas relacionadas. Foi assim que comecei a ler a revista Crescer e percebi que todos os meses vinha um conto e vários artigos dizendo como era importante ler para o bebê ainda na barriga. Foi assim que veio a idéia: Peguei todas aquelas histórias e fiz uma coleção, virou um hooby, todo o tipo de histórias que encontrava em revistas e jornais voltadas para criança, eu incluí em minha coleção e lia para Marina ainda na minha barriga.



                  
Marina nasceu e, então, herdou um belo livro de várias histórias e contos que ela folheia com prazer e lemos juntas muitas vezes. Eu usei aquelas pastinhas pretas, normalmente usadas para partituras, e folhas de ofício usadas que colei no fundo de cada história para dar mais consistência à página e assim a criança pode folhear sem estragar. Ficou assim. 

                            

Mesmo que a criança ainda não saiba ler, fica deslumbrada com as imagens, as cores e se você lê com ela várias vezes ela vai aprender a história e soltar a imaginação quando estiver sem sua companhia. Faça um favor a seu filho e estimule-o a ler e uma coisa muito importante: ensine-o a cuidar dos seus livrinhos para que possa ter liberdade de usá-los quando quiser.

Beijos!

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

E quem quiser que conte outra...

Chego eu em casa toda feliz porque ia almoçar com minha fofinha Marina e a encontro no sofá sentada segurando um jornal de modo que este tapava o seu rosto. Conversa vai, conversa vem, chamo Marina para almoçar:

- Mari, vamos almoçar?
- Paraí mamãe. Ela ainda segurava o jornal, então insisto:
- Mari, é hora de almoçar, vamos?, eis que escuto:
- Não, estou lendo!

Aaaaaiii, assim eu não aguento, como é que uma criança de 1 ano e 7 meses tem tanta personalidade gente? só contando outra história... rsrsrs.

Dessa vez é uma poesia que a figurinha adooora repetir e faz parte da coleção Itaú de Livros Infantis, com criação de Lalau e Laurabeatriz.

O PEIXINHO

O peixinho chorava e chorava
Era tanta a sua mágoa
Que já não sabia
Se nadava em lágrimas ou água.


Não queria comer,
Não queria brincar,
Só queria chorar.


O peixinho estava com saudade
Dos sapinhos da lagoa,
Dos irmãozinhos, dos priminhos,
Daquela vida de peixinho tão boa.


O peixinho chorava e chorava.
Sozinho no fundo do aquário,
Justo no dia do seu aniversário.

Marina fica com tanta dó do peixinho que tenho certeza que nunca vai me pedir um aquário. Ufa!!

Até a próxima.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Mamãe, cadê o livro?

Marina e O Gafanhoto Geraldo que de
 tão "lido" só sobrou os frangalhos.
Todas as noites é mesma coisa na hora de ir para a cama:
Marina: - Mamãe, cadê o livro?
Mamãe: - Já vai! - Pego alguns livros que estão ao alcance e entrego à figurinha.
Marina: Cadê o da patinha? E da porquinha Penélope? E o da princesa? - E assim vai... uma lista de todos os livros que eu não peguei, porque não adianta, ela quer sempre todos para "ler", folear, dar risadas, ouvir, até... até dormir naquele mar de histórias. Eu também não fico de fora, sempre leio suas histórias favoritas e uma das que ela mais gosta vou postar aqui, quem sabe mais alguém se encante por ela também.


A MENINA QUE ACORDOU PRINCESA

Belo dia essa garota
Viu no espelho, que surpresa!
Fez carinha de marota
Acordou assim princesa

Em seu reino tinha fadas
Passarinhos, borboletas
Muitas flores pela estrada
E estrelas na gaveta

Lá morava um urso amigo                                         
Que falava sem parar                                                
E falava pelo umbigo                                                    
Só pensava em conversar                                         

Uma Coruja aparecia
Ela era a mais sabida 
Dava aula todo dia 
Ensinava sobre a vida 

E a princesa em seu castelo
Adorava só brincar
O seu quarto era o mais belo
Tinha vista para o mar

Também tinha outra janela                      
Onde havia uma floresta                         
E que árvore era aquela
Onde esquilos fazem festa?

Pois na terra da magia
Florescia só beleza
Porque todo mundo ria
Nunca vinha a tristeza

O tio fala que ela sonha
Que é coisa da idade
Mas o sonho da risonha
Chama-se felicidade!

Essa história é de Rafael Cury e foi publicada na revista Crescer com ilustração de Meire de Oliveira. Faz parte da coleção de contos e histórias que preparei para minha filha desde o momento que soube estar grávida. Valeu a pena!
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